Em Fortaleza, presidente do Conselho Nacional da Abrasel tem agenda de reuniões com autoridades cearenses

 Em Fortaleza, presidente do Conselho Nacional da Abrasel tem agenda de reuniões com autoridades cearenses

Roteiro faz parte do pacto “Brasil Novo”, por um país mais simples para se empreender

De quinta-feira (17) até sábado (19), o presidente do Conselho Administrativo da Abrasel, Paulo Nonaka, cumpre agenda de reuniões em Fortaleza, com empresários, políticos e artistas cearenses, para dialogar e captar sugestões que irão compor o pacto “Brasil Novo”. Idealizado pela instituição, o projeto é uma forma de contribuir não apenas com o desenvolvimento do setor de bares e restaurantes, mas também em prol de um ambiente favorável aos negócios no País, com o objetivo de construir uma nação mais diversa, inclusiva, produtiva e democrática.

Na agenda, nomes como o secretário do Turismo de Fortaleza, Alexandre Pereira; a arquiteta e ex-secretária de Urbanismo e Meio Ambiente, Águeda Muniz; o superintendente do Sebrae, Joaquim Cartaxo; o humorista e presidente da Associação Cearense de Humor, Lailtinho Brega; e o proprietário do Grupo Geppos, Crica Bezerra, que é um dos fundadores da Abrasel no Ceará. Na sexta-feira (18), o presidente da Nacional almoça com associados da Abrasel Ceará, para discutir a reconstrução do setor (Brasil Novo), e a ação na justiça contra estados e municípios, pedindo reparação pelos prejuízos causados ao setor.

“Nossa ideia de Brasil Novo é que todos os cidadãos tenham igual direito às cidades e vilas plenamente urbanizadas. Que a educação e o empreendedorismo estejam no centro da erradicação da pobreza e na ascensão de uma nova classe média”, diz Nonaka.

Na visão do presidente do Conselho da Abrasel, para que isso aconteça, a população deve deixar de ser penalizada pelo altamente regressivo imposto sobre o consumo. “O Estado deve servir, de forma descomplicada, menos a si mesmo e mais ao bem comum, com educação, saúde, segurança pública, mobilidade, saneamento, meio ambiente. A redução da desigualdade é mais do que um imperativo moral. É condição indispensável para a construção de um Brasil novo, mais fácil para empreender e melhor para viver”, defende.

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